quinta-feira, 29 de setembro de 2016

LÓGICA MATEMÁTICA BRASILEIRA
Votar é seu direito, mas é obrigatório;
FGTS é seu direito, mas é obrigatório ficar retido pelo governo, rendendo menos que a inflação.
Ser representado por um sindicato é seu direito, mas a contribuição sindical é obrigatória pra sustentar sindicalistas.
70% dos empregos no Brasil são gerados por micro e pequenas empresas, mas empresário é explorador.
Político que voa de jatinho e se hospeda em hotel 5 estrelas com dinheiro pago através dos impostos das empresas é trabalhador. Empresário que rala pra pagar esses impostos é elite.
Num país com esta "lógica matemática", quem acaba sofrendo mesmo são os pobres, manipulados por políticos e seus discursos populistas. Caindo nessa conversa mole, o mais provável é que INFELIZMENTE permaneçam pobres pelo resto da vida.
Uma pena. Não precisava ser assim.

Publicador por Geraçao de Valor

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Por que o Brasil não se torna um País rico?

Huffpost Brasil

Desde sempre ouvimos falar que o Brasil é um País abençoado por Deus: recursos naturais abundantes, desde água e terra fértil, a minério ferro e petróleo; sem grandes desastres naturais, como terremotos, furacões ou Tsunamis e com um povo vibrante e empreendedor. Sendo assim, responder à pergunta acima se torna uma tarefa tão misteriosa quanto interessante.
Existem muitas razões. Alguns falam em corrupção, outros em falta de educação de qualidade, outros culpam a cultura tupiniquim.
Para alguns economistas, o câmbio não estaria num patamar "competitivo", para outros, haveria falta de recursos para certas áreas, como infraestrutura e, para muitos, o problema seriam as instituições, isto é, as regras, normas e leis do país. O Brasil teria uma legislação tributária que massacra as empresas, uma legislação trabalhista que fomenta conflitos e litígios e, ainda por cima, seria muito fechado ao comércio e à competição internacional. Tudo isso (e mais) levaria a uma baixa produtividade do trabalhador brasileiro.
Todas as questões acima são importantes e o debate é extremamente relevante. Porém, hoje irei me limitar a ilustrar a baixa produtividade brasileira.
Por que essa diferença na produção de bens e serviços por pessoa? A resposta está produtividade. Um trabalhador chileno, alemão ou americano consegue produzir muito mais durante o ano.
Então vamos à história: recentemente, me mudei para Washington-DC e, como alguém que chega num novo país, comecei a reparar nas diferenças entre o lugar que estou e o lugar de onde vim. Algumas dessas diferenças são, por exemplo, o fato de não haver frentistas nos postos de gasolina, cobradores nos ônibus ou vendedores de bilhetes no metrô. Todas as compras são feitas pelo próprio usuário junto a uma máquina.
Isso te leva à pergunta: "O que isso tem a ver com a questão da produtividade levantada pelo texto? "
Simples: todas as pessoas que utilizam um desses meios de transporte no Brasil acabam pagando mais caro para que esses empregos improdutivos ainda existam. Você paga mais caro na gasolina porque os postos têm que contratar milhares de frentistas, paga mais caro no ônibus porque as empresas têm que contratar milhares de cobradores e paga mais caro no metrô porque ele tem que contratar pessoas para vender bilhetes.
Outra pergunta que já deve estar na sua cabeça: "E os empregos? "
Essa pergunta é muito pertinente, visto que só de frentistas, há por volta de 500 mil postos de trabalho no país. Esses empregos ainda existem justamente porque há uma lei que proíbe o uso de máquinas para substituí-los.
Para respondê-la, peço que imagine o que aconteceria se o governo proibisse o uso de tratores e demais máquinas agrícolas nas plantações brasileiras. Como tratores fazem o trabalho de muitas pessoas, ao deixarem de usar essas máquinas, automaticamente milhares de vagas de emprego seriam criadas na agricultura brasileira. O problema é que os custos dos agricultores também subiriam e eles teriam de repassá-los para os preços dos alimentos, que também subiriam, o que tornaria toda a sociedade mais pobre. Assim, o importante não é apenas criar vagas de emprego, mas que tipo de vagas de emprego são criadas, se elas aumentam a produtividade geral da sociedade, ou não.
A diminuição do percentual de pessoas trabalhando na agricultura pelo uso de novas tecnologias e máquinas trouxe um aumento do percentual de trabalhadores trabalhando na indústria e nos serviços e um aumento na qualidade de vida do cidadão comum, com uma diminuição considerável no preço de diversos produtos desde alimentos a peças de roupas e itens tecnológicos.
O dinheiro que as pessoas economizariam por não terem mais de pagar por serviços desnecessários, faz com que seu poder de compra cresça, fazendo com que elas possam gastar em outros setores, com coisas que elas realmente precisam, gerando assim a necessidade de mais pessoas trabalhando nas áreas de maior demanda pela população.
Enquanto no Brasil se tenta criar emprego por meio de leis como a da obrigatoriedade de frentistas e se tenta criar riqueza por meio de leis como a CLT e o décimo terceiro, que obriga as empresas a dividirem o salário anual dos trabalhadores por 13, ao invés de 12; em Washington, com um salário mínimo de $11,50 por hora, apenas uma única hora de trabalho é o suficiente para se comprar 4 Big Macs no McDonald's e suprir as necessidades de calorias diárias. Isso mesmo, uma pessoa que recebe salário mínimo consegue suprir suas necessidades calóricas diárias com apenas uma hora de trabalho.
Uma sociedade sem frentistas, sem cobradores, sem vendedores de bilhetes de metrô e cheio de máquinas fazendo esses e muitos outros trabalhos antes realizados por homens e mulheres, também é uma sociedade em que pessoas têm acesso a carro, casa, ar condicionado, computador e smartphone, almoçam no McDonald's e tomam café no Starbucks, por mais que ainda possam ser consideradas pobres.
Algumas das principais barreiras que impedem o Brasil de se tornar rico são justamente leis e regulamentações criadas por nossos representantes em Brasília. O país é burocrático e precisa de grandes reformas, como a trabalhista, a tributária e a política. Essas reformas, no entanto, são necessárias, mas não suficientes para resolver nossos problemas. Há uma série de leis menores que garantem a ineficiência de nossas empresas e trabalhadores em relação ao cenário internacional. A maior dificuldade é que, infelizmente, muitas delas são apoiadas por parte considerável da população. Portanto, mudanças na legislação precisam ser precedidas por uma mudança no campo das ideias. Precisamos das ideias corretas para iluminar a escuridão. Mises estava certo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

POBRE PODE SER DE DIREITA?
por Luiz Felipe Ponde

Na realidade os pobres são mais de direita do que de esquerda, e  digo de direita, no sentido de acreditar que voce tem que correr atras do que sera seu e trabalhar. Enquanto que muitos filhinhos de papai de classe media e classe media alta sao de esquerda porque nao precisam ganhar dinheiro e morrem de vontade de ter nascido pobre porque acham que com isso o mundo seria mais justo. Vivem discutindo com o pai porque ele tem grana e vao se dedicar a fazer documentario sobre pobre a vida inteira. Entao na verdade todo pobre tem uma vocacao natural pra ser de direita nesse sentido, pois eh o sentido que importa, ou seja, ser liberal, acreditar no trabalho, acreditar que ele eh responsavel pela vida dele. Na verdade a grande maioria dos pobres sao de direita e a esquerda sempre foi um fetiche da burguesia. Quando voce eh pobre, nao existe tempo para estes fetiches da esquerda elitista.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

COMUNISMO DE ANTONIO GRAMSCI
      Ingenuamente, as pessoas entendem o comunismo como um sistema que se resume ao assalto da propriedade privada e dos meios de produção. No entanto, o comunismo é muito maior do que isso − ou mais simples e objetivo do que isso. Comunismo é apenas a busca pelo controle total da sociedade.
      O uso da violência foi descartado a partir da década de 1960 porque assustava as pessoas comuns. A planificação econômica foi verificada como desastrosa. Sobrou o que Gramsci descreveu: Infiltrar-se na imprensa, na educação, na igreja, na estrutura do governo e criar partidos que não se apresentassem comunistas, que não se apresentem revolucionários, que sejam tolerantes ao mercado, ao direito de propriedade e à liberdade de imprensa para primeiro conseguir um controle indireto sobre tudo isso e logo depois o controle completo. Estes partidos são o PT, o PMDB e o PSDB. Os três defendem o estado como organizador social e promovedor do desenvolvimento. Partidos como PSOL e Rede representam a segunda reforma do comunismo no Brasil.