quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O ESTADO EH INIMIGO DA CONCORRENCIA - KARLA FALCAO  - PARTIDO LIVRE

A Nubank surgiu no mercado oferecendo crédito fácil, enquanto grandes bancos cobravam taxas de juros altíssimas e tinham serviços burocráticos. Com serviços digitalizados, atendimento eficiente e descontos para pagamentos antecipados, conquistou milhões de clientes e cresceu no setor de crédito. Semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou medidas de “estímulo à economia”. Uma delas prevê que as operadoras de crédito teriam 2 dias para pagar as compras aos varejistas. Hoje, a regra permite 30 dias até o repasse. Se isso acontecer, a Nubank vai acabar quebrando, já que não tem capital para pagar tão rápido. Enquanto isso, gigantes como Bradesco e Itaú, que têm dinheiro para cobrir o novo prazo, terão seu mercado preservado e a concorrência destruída.
A Uber apareceu concorrendo com o sistema de táxis, que há décadas é dominado por uma máfia de frotistas. Apesar de oferecer melhor atendimento e menor preço, a empresa logo foi atacada por Prefeituras, Câmaras Municipais e pela Câmara Federal - que até hoje tentam impor regulamentações a fim de aumentar o valor do serviço, inviabilizando sua atuação no mercado.
A Nextel começou a se tornar popular, até que a Anatel (agência de regulação do sistema de telefonia) atendeu às reivindicações das concorrentes e proibiu a empresa de vender novas linhas a pessoas físicas. Enquanto isso, a GVT recebeu R$ 1 bilhão do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), mesmo sendo uma das campeãs em reclamações no Procon. A Tim conseguiu R$ 5,7 bilhões. Já a Oi teve uma dívida de R$ 50 BILHÕES perdoada pelo governo.
O Spotify, a Netflix e diversos serviços online cresceram no país oferecendo entretenimento de baixo custo, o que garantiu grande adesão da população, inclusive dos mais pobres. Há muito, estes serviços enfrentam as tentativas de regulação do governo. Claro, se tiverem de pagar impostos, ficarão mais caras e menos democráticas. Mesmo assim, há pouco a Câmara aprovou um projeto de lei que estende a cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) sobre esses empreendimentos. Claro, as operadoras de TV por assinatura e grandes gravadoras têm feito um lobby incessante para que o governo proteja seus interesses.
Poucos produtores de cervejas artesanais conseguem vendê-las legalmente, pois a regulamentação das mercadorias depende de uma série de taxas e burocracias. Enquanto isso, a gigante Ambev recebeu R$ 935 milhões do governo via BNDES.
Percebeu o padrão?
Em todos esses casos, quando empresas consolidadas se sentiram ameaçadas, o Estado aumentou as restrições de mercado para sufocar novos empreendimentos e evitar a concorrência. Além disso, sempre que as grandes empresas se viram endividadas, logo ganharam uma mãozinha do governo. Basicamente, dinheiro público para sustentar “os amigos do rei”.
Há quem pense que regulamentação estatal serve para proteger o consumidor e evitar monopólios, oligopólios e cartéis. No entanto, é a regulamentação estatal quem fomenta, incentiva e protege essas práticas.
A única solução para que empresas não tenham ainda mais controle sobre o Estado é diminuir o poder que damos ao governo sobre nossas vidas e negócios. Precisamos de um ambiente em que o sucesso dos empreendedores dependa do mérito, e não de uma rede de privilégios institucionalizada em torno do Estado. Precisamos de uma #EconomiaLivre

sábado, 17 de dezembro de 2016

PARE DE CULPAR O CAPITALISMO NINGUEM é ORBRIGADO A CONSUMIR MAIS DO QUE PRECISA .............RD
Por Nordeste Livre

"O mundo é materialista e consumista, o capitalismo é o sistema que permite o consumismo, portanto o capitalismo é o problema." Eis o pensamento daqueles que atribuem o consumismo ao livre-mercado.
Seria o mesmo que dizer: "As pessoas estão se suicidando, elas se suicidam porque são livres, portanto a liberdade é o problema." Ninguém é obrigado a trocar o carro todo ano, morar em uma mansão e descartar tudo que compra em curto prazo, de fato isto pode ser uma estupidez quando se tratando de gerenciamento de custos.
Um milionário que mora em um cubículo no centro de Nova York, só anda de bicicleta e faz compras uma vez por ano é tão capitalista quanto um Rockefeller.
Empresas e comerciantes estarão sempre oferecendo seus produtos, se você não é grandinho o suficiente para discernir o que precisa ou não, então vá morar no meio da floresta, ao invés de eleger políticos autoritários para mandar na vida de todo mundo e tentar "moralizar" o mercado.
POR STEPHEN KANITZ

Um país que não consegue identificar seus problemas jamais conseguirá achar as soluções.
O maior problema que irá travar o crescimento necessário para empregar 22 milhões em 2017 e assim evitar um populista de extrema esquerda em 2018, é nossa falta crônica de capital de giro.
Desde a minha primeira análise das maiores empresas, em 1974, essa falta era evidente.
Capital de giro é o lubrificante da produção, e nunca o tivemos.
O BNDEs só se preocupa com Capital "Produtivo", infraestrutura e máquinas.
Mas só isso não resolve.
É necessário investir em estoque de matérias primas, estoques em processo, estoques de produtos acabados, financiamento do atacado e do varejo, assuntos sequer tratados nos livros de Introdução à Economia.
E na recessão econômica, causada pela Matriz Econômica, as empresas consumiram o pouco de Giro que tinham.
Foi assim que sobreviveram o desastre Dilma.
Um cliente salda R$ 1 milhão de uma compra passada, mas não renova a compra.
Sua empresa fica R$ 1 milhão mais rica, e não mais pobre, apesar da recessão.
E é esse R$ 1 milhão que se usa para pagar funcionários ociosos, juros, etc.
Até 2017, esse R$ 1 milhão virará R$ 200.000,00 e a empresa não vai crescer em 2017, por falta de capital de giro.
Só que graças aos economistas Pedro Malan, Armínio Fraga e os tucanos, hoje temos somente 2 Bancos para fazer esse tipo de empréstimo.
E eu diria, apesar de ser contestado, que esses Bancos esqueceram como se empresta capital de giro, fora o desconto de duplicata.
Mesmo que se crie um Plano Governamental do Giro, os Bancos perderam seu know how, até venderam a Serasa, e até 2017 não conseguirão treinar muita gente.
Ou seja, se esse problema de mais de 50 anos não é sequer reconhecido, não será em 2016 que ele será resolvido.
Haja visto.
Ciro Gomes, Marina, ou alguém parecido em 2018, é bolsa 36.000 pontos.
A Empiricus que me perdoe.
Chegar a 100.000 difícil, se nem percebemos os problemas que precisamos resolver será difícil.
Administração Responsável Das Nações.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

EXPLICANDO A PEC - STEPHEN KANITZ...........RD

Ninguém Entendeu A PEC das Despesas.
O Brasil começou a dar certo a partir de ontem.
Por 500 anos nossos Reis e Presidentes da República viviam gastando mais do que arrecadavam.
Mas como é possível gastar mais do que se ganha?
Engenheiros, Advogados, Contadores consultados todos sabem que é impossível, nem Bandidos conseguem esse feito.
Mas nossos Reis e Presidentes consultaram uma outra classe profissional, que arrumavam um jeito, por isso eles são contratos e adorados por pelos nossos Presidentes.
Truque 1. Uma forma de gastar mais do que se arrecada, usado por 70 anos, foi imprimir moeda. Isso gera inflação, mas não para os primeiros a emitirem o dito cujo.
Quase todos esses gênios, que todo mundo adora, menos eu, imprimiam dinheiro para fecharem as contas, e hoje são requisitados consultores e palestrantes. Vá entender.
Só que esse truque não é mais aceito pelo povo Brasileiro, depois do Plano Real.
Truque 2. Os assessores do Presidente FHC, que pararam de usar o Truque 1, passaram a usar o Truque 2, aumento brutal dos impostos.
De 26% do PIB aumentaram para 40% do PIB, se incluirmos o FGTS.
Com o aumento de Impostos, os assessores do FHC, como Gustavo Franco e Pedro Malan, puderam gastar mais do que arrecadaram no ano anterior.
FHC e sua equipe é venerada, apesar de terem destruído a indústria brasileira. Vá entender.
Mas hoje o povo não aceita mais aumento de impostos. Por isso essa classe super esperta criaram o Truque n 3.
Truque 3. Esse truque foi usado por Mario Henrique Simonsen, Delfim Neto, Mailson, Guido Mantega, que é gastar mais do que as receitas contraindo dívidas.
Quebraram o Brasil em 1978, FHC nos quebrou em 1994 quando Clinton nos salvou, e agora a Dilma e os Estados, todos quebrados. Fernando Haddad deixa São Paulo com uma dívida de 400 bilhões para as futuras 20 gerações pagar.
O povo ainda não se revoltou contra esse Truque 3, mas vai um dia.
Truque 4. Privatização e Leilões. Os assessores vendem ativos e imediatamente gastam em despesas, em vez de comprarem outros ativos ou investirem em infraestrutura.
Truque 5 em gestação. Essa classe profissional está agora tramando do seu truque 5. Securitização de Dívidas do Estado.
É aqui que entra Henrique Meirelles.
Ele é o primeiro Ministro a estudar Administração, embora tenha se formado Engenheiro, portanto não é um puro sangue, mas entende o mínimo.
Henrique Meirelles corta de uma vez todos os Truques de 1 a 5, e os 6 a 26 que essa classe malandra irá ainda perpetrar.
Mesmo que esse gênios conseguirem mais grana com novos e velhos Truques, não poderão aumentar as despesas.
Essa é a beleza da PEC dos Gastos.
Acaba com o incentivo desses assessores gerarem Inflação, mais Impostos, mais Dívidas, mais Pedaladas Fiscais, por que não poderão aumentar suas despesas.
Entenderam? Então explique para seu filho e seus amigos.
PS. Percebam pelo gráfico como esses gênios nada entendem do que estão fazendo.