quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O ESTADO EH INIMIGO DA CONCORRENCIA - KARLA FALCAO  - PARTIDO LIVRE

A Nubank surgiu no mercado oferecendo crédito fácil, enquanto grandes bancos cobravam taxas de juros altíssimas e tinham serviços burocráticos. Com serviços digitalizados, atendimento eficiente e descontos para pagamentos antecipados, conquistou milhões de clientes e cresceu no setor de crédito. Semana passada, o Ministério da Fazenda anunciou medidas de “estímulo à economia”. Uma delas prevê que as operadoras de crédito teriam 2 dias para pagar as compras aos varejistas. Hoje, a regra permite 30 dias até o repasse. Se isso acontecer, a Nubank vai acabar quebrando, já que não tem capital para pagar tão rápido. Enquanto isso, gigantes como Bradesco e Itaú, que têm dinheiro para cobrir o novo prazo, terão seu mercado preservado e a concorrência destruída.
A Uber apareceu concorrendo com o sistema de táxis, que há décadas é dominado por uma máfia de frotistas. Apesar de oferecer melhor atendimento e menor preço, a empresa logo foi atacada por Prefeituras, Câmaras Municipais e pela Câmara Federal - que até hoje tentam impor regulamentações a fim de aumentar o valor do serviço, inviabilizando sua atuação no mercado.
A Nextel começou a se tornar popular, até que a Anatel (agência de regulação do sistema de telefonia) atendeu às reivindicações das concorrentes e proibiu a empresa de vender novas linhas a pessoas físicas. Enquanto isso, a GVT recebeu R$ 1 bilhão do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), mesmo sendo uma das campeãs em reclamações no Procon. A Tim conseguiu R$ 5,7 bilhões. Já a Oi teve uma dívida de R$ 50 BILHÕES perdoada pelo governo.
O Spotify, a Netflix e diversos serviços online cresceram no país oferecendo entretenimento de baixo custo, o que garantiu grande adesão da população, inclusive dos mais pobres. Há muito, estes serviços enfrentam as tentativas de regulação do governo. Claro, se tiverem de pagar impostos, ficarão mais caras e menos democráticas. Mesmo assim, há pouco a Câmara aprovou um projeto de lei que estende a cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) sobre esses empreendimentos. Claro, as operadoras de TV por assinatura e grandes gravadoras têm feito um lobby incessante para que o governo proteja seus interesses.
Poucos produtores de cervejas artesanais conseguem vendê-las legalmente, pois a regulamentação das mercadorias depende de uma série de taxas e burocracias. Enquanto isso, a gigante Ambev recebeu R$ 935 milhões do governo via BNDES.
Percebeu o padrão?
Em todos esses casos, quando empresas consolidadas se sentiram ameaçadas, o Estado aumentou as restrições de mercado para sufocar novos empreendimentos e evitar a concorrência. Além disso, sempre que as grandes empresas se viram endividadas, logo ganharam uma mãozinha do governo. Basicamente, dinheiro público para sustentar “os amigos do rei”.
Há quem pense que regulamentação estatal serve para proteger o consumidor e evitar monopólios, oligopólios e cartéis. No entanto, é a regulamentação estatal quem fomenta, incentiva e protege essas práticas.
A única solução para que empresas não tenham ainda mais controle sobre o Estado é diminuir o poder que damos ao governo sobre nossas vidas e negócios. Precisamos de um ambiente em que o sucesso dos empreendedores dependa do mérito, e não de uma rede de privilégios institucionalizada em torno do Estado. Precisamos de uma #EconomiaLivre

sábado, 17 de dezembro de 2016

PARE DE CULPAR O CAPITALISMO NINGUEM é ORBRIGADO A CONSUMIR MAIS DO QUE PRECISA .............RD
Por Nordeste Livre

"O mundo é materialista e consumista, o capitalismo é o sistema que permite o consumismo, portanto o capitalismo é o problema." Eis o pensamento daqueles que atribuem o consumismo ao livre-mercado.
Seria o mesmo que dizer: "As pessoas estão se suicidando, elas se suicidam porque são livres, portanto a liberdade é o problema." Ninguém é obrigado a trocar o carro todo ano, morar em uma mansão e descartar tudo que compra em curto prazo, de fato isto pode ser uma estupidez quando se tratando de gerenciamento de custos.
Um milionário que mora em um cubículo no centro de Nova York, só anda de bicicleta e faz compras uma vez por ano é tão capitalista quanto um Rockefeller.
Empresas e comerciantes estarão sempre oferecendo seus produtos, se você não é grandinho o suficiente para discernir o que precisa ou não, então vá morar no meio da floresta, ao invés de eleger políticos autoritários para mandar na vida de todo mundo e tentar "moralizar" o mercado.
POR STEPHEN KANITZ

Um país que não consegue identificar seus problemas jamais conseguirá achar as soluções.
O maior problema que irá travar o crescimento necessário para empregar 22 milhões em 2017 e assim evitar um populista de extrema esquerda em 2018, é nossa falta crônica de capital de giro.
Desde a minha primeira análise das maiores empresas, em 1974, essa falta era evidente.
Capital de giro é o lubrificante da produção, e nunca o tivemos.
O BNDEs só se preocupa com Capital "Produtivo", infraestrutura e máquinas.
Mas só isso não resolve.
É necessário investir em estoque de matérias primas, estoques em processo, estoques de produtos acabados, financiamento do atacado e do varejo, assuntos sequer tratados nos livros de Introdução à Economia.
E na recessão econômica, causada pela Matriz Econômica, as empresas consumiram o pouco de Giro que tinham.
Foi assim que sobreviveram o desastre Dilma.
Um cliente salda R$ 1 milhão de uma compra passada, mas não renova a compra.
Sua empresa fica R$ 1 milhão mais rica, e não mais pobre, apesar da recessão.
E é esse R$ 1 milhão que se usa para pagar funcionários ociosos, juros, etc.
Até 2017, esse R$ 1 milhão virará R$ 200.000,00 e a empresa não vai crescer em 2017, por falta de capital de giro.
Só que graças aos economistas Pedro Malan, Armínio Fraga e os tucanos, hoje temos somente 2 Bancos para fazer esse tipo de empréstimo.
E eu diria, apesar de ser contestado, que esses Bancos esqueceram como se empresta capital de giro, fora o desconto de duplicata.
Mesmo que se crie um Plano Governamental do Giro, os Bancos perderam seu know how, até venderam a Serasa, e até 2017 não conseguirão treinar muita gente.
Ou seja, se esse problema de mais de 50 anos não é sequer reconhecido, não será em 2016 que ele será resolvido.
Haja visto.
Ciro Gomes, Marina, ou alguém parecido em 2018, é bolsa 36.000 pontos.
A Empiricus que me perdoe.
Chegar a 100.000 difícil, se nem percebemos os problemas que precisamos resolver será difícil.
Administração Responsável Das Nações.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

EXPLICANDO A PEC - STEPHEN KANITZ...........RD

Ninguém Entendeu A PEC das Despesas.
O Brasil começou a dar certo a partir de ontem.
Por 500 anos nossos Reis e Presidentes da República viviam gastando mais do que arrecadavam.
Mas como é possível gastar mais do que se ganha?
Engenheiros, Advogados, Contadores consultados todos sabem que é impossível, nem Bandidos conseguem esse feito.
Mas nossos Reis e Presidentes consultaram uma outra classe profissional, que arrumavam um jeito, por isso eles são contratos e adorados por pelos nossos Presidentes.
Truque 1. Uma forma de gastar mais do que se arrecada, usado por 70 anos, foi imprimir moeda. Isso gera inflação, mas não para os primeiros a emitirem o dito cujo.
Quase todos esses gênios, que todo mundo adora, menos eu, imprimiam dinheiro para fecharem as contas, e hoje são requisitados consultores e palestrantes. Vá entender.
Só que esse truque não é mais aceito pelo povo Brasileiro, depois do Plano Real.
Truque 2. Os assessores do Presidente FHC, que pararam de usar o Truque 1, passaram a usar o Truque 2, aumento brutal dos impostos.
De 26% do PIB aumentaram para 40% do PIB, se incluirmos o FGTS.
Com o aumento de Impostos, os assessores do FHC, como Gustavo Franco e Pedro Malan, puderam gastar mais do que arrecadaram no ano anterior.
FHC e sua equipe é venerada, apesar de terem destruído a indústria brasileira. Vá entender.
Mas hoje o povo não aceita mais aumento de impostos. Por isso essa classe super esperta criaram o Truque n 3.
Truque 3. Esse truque foi usado por Mario Henrique Simonsen, Delfim Neto, Mailson, Guido Mantega, que é gastar mais do que as receitas contraindo dívidas.
Quebraram o Brasil em 1978, FHC nos quebrou em 1994 quando Clinton nos salvou, e agora a Dilma e os Estados, todos quebrados. Fernando Haddad deixa São Paulo com uma dívida de 400 bilhões para as futuras 20 gerações pagar.
O povo ainda não se revoltou contra esse Truque 3, mas vai um dia.
Truque 4. Privatização e Leilões. Os assessores vendem ativos e imediatamente gastam em despesas, em vez de comprarem outros ativos ou investirem em infraestrutura.
Truque 5 em gestação. Essa classe profissional está agora tramando do seu truque 5. Securitização de Dívidas do Estado.
É aqui que entra Henrique Meirelles.
Ele é o primeiro Ministro a estudar Administração, embora tenha se formado Engenheiro, portanto não é um puro sangue, mas entende o mínimo.
Henrique Meirelles corta de uma vez todos os Truques de 1 a 5, e os 6 a 26 que essa classe malandra irá ainda perpetrar.
Mesmo que esse gênios conseguirem mais grana com novos e velhos Truques, não poderão aumentar as despesas.
Essa é a beleza da PEC dos Gastos.
Acaba com o incentivo desses assessores gerarem Inflação, mais Impostos, mais Dívidas, mais Pedaladas Fiscais, por que não poderão aumentar suas despesas.
Entenderam? Então explique para seu filho e seus amigos.
PS. Percebam pelo gráfico como esses gênios nada entendem do que estão fazendo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

FRASES INTERESSANTES 

- Socialista pedindo dinheiro na campanha: ....RD
"Preciso de dinheiro para transformar o mundo num lugar perfeito sem dinheiro."

As feministas de hoje querem os mesmos direitos mas não os mesmos deveres...RD

 Existem países que são chamados de capitalistas mas a população não tem amplo acesso ao capital e ao livre mercado. Apenas o Capitalismo não é o bastante para um país ser livre, mas é uma condição necessária para liberdade...RD
Nem todo país capitalista é livre mas todo país livre é capitalista! ....RD

- ''Numa sociedade de livre mercado, a publicidade protege as boas empresas e destrói as ruins''...RD

-No Brasil vivemos um capitalismo de Estado, ou seja, não é capitalismo puro. É uma forma de socialismo mais branda na qual o Estado controla diversos setores da economia
Aqui se aplica o mecanismo do socialismo onde o estado controla os meios de produção em diversos setores econômicos, através de empresas estatais que possuem o monopólio ( ex; Petrobrás, Eletrobrás, Correios etc). Quando não há monopólio estatal, há alta regulação do setor, com a utilização de agencias reguladoras que criam oligopólios (ANAC, ANVISA, ANATEL) reduzindo a liberdade econômica ao impor barreiras ao livre-mercado, barreiras a concorrência e favorecendo corporativismo.     Pagina Reflexões da Direita


Temos que lutar por menos impostos nas mãos de políticos e mais dinheiro na mão das pessoas. Liberdade é muito mais importante do que igualdade social. Veja o caso de Cuba e Venezuela. São todos iguais socialmente mas a liberdade é zero. Já nos casos da Nova Zelandia e da Austrália, existe desigualdade social, mas uma pessoa que está  pobre tem mais oportunidade de escolher estudar e crescer na vida. Alem disso, a pessoa que está pobre tem uma qualidade de vida incomparável aos países que dizem ter igualdade social....RD

''Socialistas dizem para parar de confundir socialismo com comunismo, eu digo para que eles parem de confundir o meu dinheiro com o deles"....RD

Pra ser livre da senzala ideológica dos Movimentos é preciso uma carta de alforria chamada conhecimento!...RD

- Lenin : Não tomem quarteis, tomem escolas ....RD


- Sobre o multiculturalismo: O que faz bem e o que te faz sentir bem? O que faz bem, é parar de ignorar o problema e entender que essa causa só traz dor e sofrimento. O que os faz sentir bem é dizer que a chave da paz é a diversidade. Só que só funciona quando ambos os lados pensam assim!

Modelo de maiô é objetificação da mulher, fazer clipe pelada é empoderamento!
Mulher pelada na Revista Playboy é objetificação da mulher, mulher acima do peso pelada na Revista Playboy é empoderamento!
Isso tem um nome, hipocrisia!... RD

- Não ter capital, não impede você de ser capitalista. Ser capitalista eh primeiro de tudo amar a liberdade e o poder de escolha!...RD

P. O “valor moral do individualismo” e a pessoa pobre ser de direita
R. Valor moral do individualismo é a ideia de que para ser alguém valoroso na sociedade é preciso ser um indivíduo respeitado em sua privacidade, em seu projeto de vida. Mas isso não significa a negação da solidariedade. Há uma cegueira da esquerda em compreender a alma e a cultura dessa nova classe trabalhadora que não é formada no sindicato e que hoje é a maior parte dos brasileiros pobres e remediados do país. A esquerda de forma geral não entendeu que o sonho dessa nova classe trabalhadora é, muitas vezes, ter uma empresa própria, ser um empreendedor. É um liberalismo popular. Há muitas semelhanças com a população dos EUA, por exemplo.

- Por que vemos ex-esquerdistas mas não vemos ex-direitistas? Por que cubanos fogem para Miami, mas não vemos americanos fugindo para Cuba? Por que na Alemanha tentavam pular o muro para o lado do capitalismo e não o contrario? Perguntas básicas como essas são o suficiente para deixar qualquer esquerdista sem resposta.

O preço do luxo a qualquer custo é a miséria a qualquer preço. CORRUPÇÃO MATA...RD

Socialismo: a ideia revolucionária de que colocar dinheiro nas mãos de políticos vai ajudar os pobres... RD

- Se tem alguém recebendo sem trabalhar, tem alguém trabalhando sem receber. Margaret Thatcher...RD

- Não existe monopólios ou oligopólios que consiga se sustentar sem alguma ajuda de algum Governo. Só o Livre Mercado consegue destruí-los...RD

- "Só existe roubo por causa da desigualdade social que há em nosso país''. Pelo raciocínio de criaturas ''intelectuais'' da esquerda, nos países Africanos  só existem criminosos. E no Senado, Congresso, e Camaras de Deputados do Brasil só existem pessoas honestas.

- Discurso contra a Direita: "Discurso politizado 
 Discurso contra a esquerda:" Discurso de odio

“Vocês preferem que os pobres sejam mais pobres para que os ricos sejam menos ricos".
Margaret Thatcher, em discurso no Parlamento Inglês ...RD

“Não ajudarás os pobres se arruinares os ricos. Não criarás prosperidade se desestimulares a poupança. Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes. Não ajudarás o assalariado se arruinares aquele que paga. Não estimularás a fraternidade humana, se alimentares o ódio de classes”.  líder religioso William J. Boetcker ---RD

Estou concluindo que a mídia é uma grande zona sul carioca, que problematiza tudo, não apresenta soluções pra nada, advoga por libertinagem e faz apologia a todo tipo de crime.

Socialismo e Liberdade (Psol)
se equivale a:

 Putaria e Castidade

sábado, 19 de novembro de 2016

Video de Libertarianismo

Alimento: temos em grande quantidade

De acordo com os crentes na superpopulação, existem tantos de nos no planeta que a produção de alimentos possivelmente não pode nos manter. Entretanto, de acordo com a agencia da ONU para a ''Agricultura e Alimentação'' e ''Programa de Alimentação Mundial'', ha atualmente alimento suficiente no planeta para todo mundo estar bem alimentado.
Nao somente isso, mas nos estamos cultivando esse alimento sobre menos terra do que fazíamos no passado.
Por causa disso nos EUA, por exemplo, o governo pode pagar fazendeiros para nao cultivar alimentos e retornar sua terra para o estado natural.
A tecnologia moderna tambem nos permite cultivar alimentos em terras onde era impossivel alguns anos atras.
Especialistas em agricultura acreditam que se a Africa cultivasse alimentos utilizando os metodos mais modernos, poderia alimentar o mundo todo sozinha.
Entao por que pessoas em varias partes do mundo estao passando fome (interrogacao)
Pobreza, guerras, desastres naturais, baixa infra-estrutura.
As guerras atrapalham e destroem as safras. A pobreza impede que muitos nao tenham condicoes de comprar a comida, e a falta de infraestrutura significa que nao existe um caminho confiavel para transportar o alimento para areas que precisam dele.
Isso mostra que reduzir o numero de pessoas nao eh a solucao. 
Culpar a superpopulacao eh nos distrair dos problemas reais que temos atualmente.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Video de Libertarianismo
    
Como nós deveríamos lidar com a dívida do governo

     Países que gastam muito enfrentam opções e escolhas muito difíceis. Uma é a de realmente retornar ao caminho da virtude e colocar o gasto público sob controle, através da combinação, tipicamente, de corte de custos com aumento de impostos.
     Isso pode ser feito, mas irá geralmente tomar bastante tempo. Mas é certamente melhor do que as outras alternativas.
     As outras duas alternativas são, primeiro, o governo pode repudiar o seu débito.
De certa forma, essa é a maneira menos dolorosa, mas significa que, no futuro, ninguém vai emprestar dinheiro aquele governo, exceto a taxas de juros proibitivas.
E isso, por si só, não é bom, até porque aumenta as taxas de juros em geral naquela economia, o que tem todos os tipos de efeitos negativos nas atividades econômicas.
     A solução mais comum, infelizmente, é uma inflação provocada pelo governo e inflacionar o valor do débito através da desvalorização da moeda.
     Já existem sinais alarmantes de que a administração americana pensa em fazer isso. A longo prazo, também, finanças públicas totalmente disfuncionais estão associadas a governo e políticas disfuncionais. E, historicamente, eles têm frequentemente sido a maior causa de séria inquietação e revolta política, até revoluções, no caso da França, por exemplo.
     Aumentar os impostos para sair de uma crise é melhor do que a rota alternativa
de causar inflação, que é, nesse sentido, apenas outro tipo de imposto mesmo. Entretanto, é extremamente indesejável, simples e diretamente por duas razões.
     A primeira é que impostos inibem e distorcem a atividade econômica, como qualquer economista pode dizer a você. Então, como um alcance da elevação de impostos, você irá diminuir o crescimento econômico e a boa convivência humana.
A outra razão, a principal, é que um aumento nos impostos significa um aumento na proporção da receita que é alocada pelo processo político, ao invés da escolha pessoal ou individual. E isso é algo ruim para se fazer com a liberdade civil em terras independentes.
     Portanto, a melhor maneira de lidar com o tipo de crise fiscal que muitos países veem hoje, não só os Estados Unidos, é cortar gastos e reduzir o número de coisas que o governo faz.


 


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Cinco maneiras de se criar um monopólio

É muito difícil manter um monopólio se você opera em um ambiente econômico genuinamente livre, no qual não há barreiras regulatórias, burocráticas e tributárias erguidas pelo estado contra o surgimento de concorrentes.
O problema é que este arranjo em que o estado permite a existência de uma genuína livre concorrência — e que, consequentemente, é formado por empresas cobrando preços baixos e continuamente colocando novos produtos no mercado — infelizmente é algo do passado.
No mundo atual, políticos estão sempre prontos para oferecer a qualquer magnata ávido por controlar toda uma indústria a chance de brilhar.  Tarifas de importação, agências reguladoras criadas para cartelizar mercados e proteger empresas favoritas, leis especiais, códigos tributários indecifráveis e impossíveis de serem cumpridos pelos pequenos empresários, burocracias ininteligíveis, e subsídios aos reis — estas são as maneiras mais garantidas de se criar monopólios e de garantir que nenhum grande empresário jamais tenha de passar aperto concorrendo no livre mercado.
A seguir, uma pequena lista contendo as cinco maneiras mais eficazes de se estabelecer um monopólio.  Todas essas medidas são alegremente defendidas pelas grandes empresas.
1. Regulamentações
Quando o custo de se empreender é alto, aumente-o ainda mais, e com isso aniquile a concorrência dos pequenos.  Pequenas empresas não conseguirão sobreviver às regulamentações impostas pelo governo, ao passo que as grandes empresas certamente serão capazes de arcar com este fardo, ao menos temporariamente.  Impostos, decretos, leis especiais e principalmente regulamentações específicas irão dizimar qualquer sombra de concorrência antes mesmo que estes coitados tenham tempo de perguntar o real significado das novas e indecifráveis leis.  As grandes empresas irão contratar lobistas para ir ao Congresso, e estes certamente serão capazes de convencer os burocratas de que aquele setor da economia em que tais empresas operam deve estar sujeito a normas mais rígidas e estritas.  Ao contrário do senso comum, agências reguladoras e grandes empresas são sólidas aliadas.
2. Subsídios
Não existe almoço grátis.  Porém, quando o governo está pagando o almoço, ele de fato tem sabor de gratuidade.  Subsídios governamentais permitem que empresas adquiram um status monopolista ao mesmo tempo em que supostamente mantêm um enfoque no consumidor.  Utilizar dinheiro do governo para aumentar suas receitas de maneira arbitrária permitirá a você reduzir acentuadamente seus preços, e ainda assim manter a sua lucratividade.  Você poderá agora dar gratuitamente um item que até então custava $10 e, com a ajuda do subsídio de $1 milhão gentilmente concedido pelo governo, continuar operando normalmente.  Seus concorrentes, por outro lado, terão de se virar dentro da crua realidade do mercado.  Ainda que eles de alguma forma consigam reduzir seus preços para $1,00 a unidade, qual consumidor irá abrir mão de um produto que está sendo literalmente dado de graça? 
Uma variante desse arranjo ocorre quando o governo utiliza agências estatais de fomento para conceder empréstimos subsidiados às suas empresas favoritas.  As consequências são idênticas.  Para os amigos do rei, as delícias dos juros artificialmente baixos; para os reles mortais, a dureza do mercado.
O subsídio não necessariamente tem de durar para sempre.  Levará apenas algumas semanas para que seus concorrentes comecem a perder receitas e a dar o calote em suas dívidas pendentes.
3. Nacionalização
Este é o método favorito dos políticos e burocratas.  A maneira mais fácil e mais direta de se criar um monopólio é simplesmente transformar o monopólio em lei.  O controle federal sobre toda uma indústria representa uma efetiva proibição à concorrência do setor privado.  Pense nos Correios e — em vários países — no setor petrolífero.  Quem estiver à procura de um pavoroso exemplo prático de ineficiência, déficits perpétuos e total falta de consideração pela qualidade dos serviços, apenas olhe para um monopólio estatal. 
Ainda assim, a defesa da nacionalização é onipresente: basta você dizer que um determinado setor deve ser monopolizado "para o bem do povo" e, em seguida, fazer perorações a respeito do papel de suma importância desempenhado pelo Ministério da Educação ou por outras burocracias estatais que as pessoas consideram sagradas e intocáveis, e sua argumentação será prontamente aceita.
4. Tarifas de importação
Estrangeiros podem ser um aborrecimento.  Alguns são barulhentos, outros são esquisitos.  Mas os piores são aqueles que competem conosco no mercado.  Por que permitir que eles vendam para nós os seus produtos?  Por exemplo, empresas chinesas produzem determinadas mercadorias a preços muito baixos e ainda têm a petulância de pensar que podem exportar seus produtos baratos para o nosso país.  Quem em sã consciência iria querer ter acesso a produtos baratos?
Se um chinês quer vender um pano a $2, mas a nossa indústria nacional não aceita vender por menos de $5, então o certo é proibir os chineses de satisfazer nossos consumidores.  Eles não podem simplesmente agir como se entendessem o real funcionamento do mercado.  É perigoso.  O certo é impor a eles tarifas de importação elevadas e desestimulantes.  Melhor ainda seria propor uma proibição total à venda de produtos estrangeiros dentro de um estado e dentro de uma cidade, de modo a isolar aquela localidade do resto do mundo.  Ato contínuo, ninguém poderá comprar nada de nenhum outro fornecedor que não seja o grande industrial nacional.  Esse é o caminho para a riqueza.  Para a riqueza dele, é claro.
5. Propriedade intelectual
Se você teve uma boa ideia, por que permitir que uma outra pessoa qualquer tenha a mesma ideia?  Pegue a sua ideia, escreva-a num papel com as letras mais garrafais possíveis, e peça sua imediata patente.  Ato contínuo, burocratas irão garantir a você o direito exclusivo de utilizar essa ideia.  E nem precisa se preocupar caso outra pessoa tenha essa mesma ideia apenas um dia depois, azar o dela.  Você preencheu a papelada antes.  Mesmo que outra pessoa do outro lado do globo tenha a mesma ideia, azar o dela.  Você aquiesceu com a burocracia antes.  Explore seu monopólio com júbilo.  Coloque um alto preço no produto e não mais se preocupe com a qualidade.  Você agora é livre para ignorá-la.  Afinal, o que os consumidores irão fazer: comprar seu produto exclusivo em outro lugar?
 A todos aqueles que conseguiram se encaixar em uma das categorias acima, usufruam gostosamente seus privilégios.  Vocês merecem.
Por Blog Mises Brasil
Cinco maneiras de se criar um monopólio

É muito difícil manter um monopólio se você opera em um ambiente econômico genuinamente livre, no qual não há barreiras regulatórias, burocráticas e tributárias erguidas pelo estado contra o surgimento de concorrentes.
O problema é que este arranjo em que o estado permite a existência de uma genuína livre concorrência — e que, consequentemente, é formado por empresas cobrando preços baixos e continuamente colocando novos produtos no mercado — infelizmente é algo do passado.
No mundo atual, políticos estão sempre prontos para oferecer a qualquer magnata ávido por controlar toda uma indústria a chance de brilhar.  Tarifas de importação, agências reguladoras criadas para cartelizar mercados e proteger empresas favoritas, leis especiais, códigos tributários indecifráveis e impossíveis de serem cumpridos pelos pequenos empresários, burocracias ininteligíveis, e subsídios aos reis — estas são as maneiras mais garantidas de se criar monopólios e de garantir que nenhum grande empresário jamais tenha de passar aperto concorrendo no livre mercado.
A seguir, uma pequena lista contendo as cinco maneiras mais eficazes de se estabelecer um monopólio.  Todas essas medidas são alegremente defendidas pelas grandes empresas.
1. Regulamentações
Quando o custo de se empreender é alto, aumente-o ainda mais, e com isso aniquile a concorrência dos pequenos.  Pequenas empresas não conseguirão sobreviver às regulamentações impostas pelo governo, ao passo que as grandes empresas certamente serão capazes de arcar com este fardo, ao menos temporariamente.  Impostos, decretos, leis especiais e principalmente regulamentações específicas irão dizimar qualquer sombra de concorrência antes mesmo que estes coitados tenham tempo de perguntar o real significado das novas e indecifráveis leis.  As grandes empresas irão contratar lobistas para ir ao Congresso, e estes certamente serão capazes de convencer os burocratas de que aquele setor da economia em que tais empresas operam deve estar sujeito a normas mais rígidas e estritas.  Ao contrário do senso comum, agências reguladoras e grandes empresas são sólidas aliadas.
2. Subsídios
Não existe almoço grátis.  Porém, quando o governo está pagando o almoço, ele de fato tem sabor de gratuidade.  Subsídios governamentais permitem que empresas adquiram um status monopolista ao mesmo tempo em que supostamente mantêm um enfoque no consumidor.  Utilizar dinheiro do governo para aumentar suas receitas de maneira arbitrária permitirá a você reduzir acentuadamente seus preços, e ainda assim manter a sua lucratividade.  Você poderá agora dar gratuitamente um item que até então custava $10 e, com a ajuda do subsídio de $1 milhão gentilmente concedido pelo governo, continuar operando normalmente.  Seus concorrentes, por outro lado, terão de se virar dentro da crua realidade do mercado.  Ainda que eles de alguma forma consigam reduzir seus preços para $1,00 a unidade, qual consumidor irá abrir mão de um produto que está sendo literalmente dado de graça? 
Uma variante desse arranjo ocorre quando o governo utiliza agências estatais de fomento para conceder empréstimos subsidiados às suas empresas favoritas.  As consequências são idênticas.  Para os amigos do rei, as delícias dos juros artificialmente baixos; para os reles mortais, a dureza do mercado.
O subsídio não necessariamente tem de durar para sempre.  Levará apenas algumas semanas para que seus concorrentes comecem a perder receitas e a dar o calote em suas dívidas pendentes.
3. Nacionalização
Este é o método favorito dos políticos e burocratas.  A maneira mais fácil e mais direta de se criar um monopólio é simplesmente transformar o monopólio em lei.  O controle federal sobre toda uma indústria representa uma efetiva proibição à concorrência do setor privado.  Pense nos Correios e — em vários países — no setor petrolífero.  Quem estiver à procura de um pavoroso exemplo prático de ineficiência, déficits perpétuos e total falta de consideração pela qualidade dos serviços, apenas olhe para um monopólio estatal. 
Ainda assim, a defesa da nacionalização é onipresente: basta você dizer que um determinado setor deve ser monopolizado "para o bem do povo" e, em seguida, fazer perorações a respeito do papel de suma importância desempenhado pelo Ministério da Educação ou por outras burocracias estatais que as pessoas consideram sagradas e intocáveis, e sua argumentação será prontamente aceita.
4. Tarifas de importação
Estrangeiros podem ser um aborrecimento.  Alguns são barulhentos, outros são esquisitos.  Mas os piores são aqueles que competem conosco no mercado.  Por que permitir que eles vendam para nós os seus produtos?  Por exemplo, empresas chinesas produzem determinadas mercadorias a preços muito baixos e ainda têm a petulância de pensar que podem exportar seus produtos baratos para o nosso país.  Quem em sã consciência iria querer ter acesso a produtos baratos?
Se um chinês quer vender um pano a $2, mas a nossa indústria nacional não aceita vender por menos de $5, então o certo é proibir os chineses de satisfazer nossos consumidores.  Eles não podem simplesmente agir como se entendessem o real funcionamento do mercado.  É perigoso.  O certo é impor a eles tarifas de importação elevadas e desestimulantes.  Melhor ainda seria propor uma proibição total à venda de produtos estrangeiros dentro de um estado e dentro de uma cidade, de modo a isolar aquela localidade do resto do mundo.  Ato contínuo, ninguém poderá comprar nada de nenhum outro fornecedor que não seja o grande industrial nacional.  Esse é o caminho para a riqueza.  Para a riqueza dele, é claro.
5. Propriedade intelectual
Se você teve uma boa ideia, por que permitir que uma outra pessoa qualquer tenha a mesma ideia?  Pegue a sua ideia, escreva-a num papel com as letras mais garrafais possíveis, e peça sua imediata patente.  Ato contínuo, burocratas irão garantir a você o direito exclusivo de utilizar essa ideia.  E nem precisa se preocupar caso outra pessoa tenha essa mesma ideia apenas um dia depois, azar o dela.  Você preencheu a papelada antes.  Mesmo que outra pessoa do outro lado do globo tenha a mesma ideia, azar o dela.  Você aquiesceu com a burocracia antes.  Explore seu monopólio com júbilo.  Coloque um alto preço no produto e não mais se preocupe com a qualidade.  Você agora é livre para ignorá-la.  Afinal, o que os consumidores irão fazer: comprar seu produto exclusivo em outro lugar?
 A todos aqueles que conseguiram se encaixar em uma das categorias acima, usufruam gostosamente seus privilégios.  Vocês merecem.
Por Blog Mises Brasil
PRECISAMOS FALAR DE ''CAPITALISMO DE QUADRILHAS''

Há o capitalismo de estado e há o capitalismo de livre mercado. Um é o oposto do outro.
No capitalismo de estado - também chamado de “capitalismo de quadrilhas” ou “capitalismo mercantilista” -, políticos concedem a seus empresários favoritos -- que não gostam de concorrência -- uma ampla variedade de privilégios que seriam simplesmente inalcançáveis em um genuíno livre mercado. Em troca, recebem propinas e agrados.
Sob esse arranjo, o mercado é artificialmente moldado por uma relação de conluio criminoso entre políticos, burocratas, reguladores e as grandes empresas. Tem-se um capitalismo dirigido e deturpado por políticos em prol de seus empresários favoritos. E com o dinheiro do povo.
Por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), por meio de subsídios a empresas favoritas, por meio do protecionismo via obstrução de importações, e por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam, o governo acintosamente cria e protege monopólios, oligopólios, cartéis e reservas de mercado.
Esses são os privilégios legais, os quais também incluem até mesmo coisas mais paroquiais, como a obrigatoriedade do uso de extintores e do kit de primeiros socorros nos automóveis (o que traz altos lucros para as empresas que os fabricam e fornecem) e a obrigatoriedade do uso de canudinhos plastificados (devidamente fornecidos pela empresa lobbista) em bares e restaurantes.
Mas há também os privilégios ilegais. E estes vão desde fraudes em licitações a superfaturamento em prol de empreiteiras (cujas obras bilionárias são pagas com dinheiro público), passando por coisas mais simples como a concessão de bandeiras de postos de combustíveis para empresários que pagam propina a determinados políticos (bandeiras essas negadas para empresários honestos e menos poderosos).
Em troca desses privilégios anti-mercado, os empresários beneficiados lotam os cofres de políticos e reguladores com amplas doações de campanha e propinas.
Tudo isso só é possível porque há um estado grande que a tudo controla e tudo regula.
Um estado grande sempre acaba convertendo-se em um instrumento de redistribuição de riqueza: a riqueza é confiscada dos grupos sociais desorganizados (os pagadores de impostos) e direcionada para os grupos sociais organizados (lobbies, grupos de interesse e grandes empresários com conexões políticas).
A crescente concentração de poder nas mãos do estado faz com que este se converta em um instrumento muito apetitoso para todos aqueles que saibam como manuseá-lo para seu benefício privado.
Trata-se de um câncer que compromete e definha o genuíno capitalismo, o qual nada tem a ver com privilégios, proteções, subsídios e reservas de mercado, mas sim com competição, abertura e liberdade de empreendimento.
Temos hoje um capitalismo regulado em prol dos regulados e dos reguladores, e contra o povo. A exata antítese de um livre mercado.
Só há uma forma de acabar com isso

Texto de Instituto Mises Brasil

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Flavio Morgenstern

Pânico - 11/05/16

''O PMDB eh instável por si, porque toda vez que surge um problema ele defende o oposto do que estava defendendo ontem. Por isso eles nunca saem do poder, sempre vão de acordo com a mare''. 

''O totalitarismo surge geralmente de uma democracia...exemplo - Hitler, MAO, Fidel, Stalin, Chavez, foram todos colocados la pelo povo. Tudo se torna patrimônio do estado como religião, imprensa, patrimônio, etc. O totalitarismo também consegue conviver com o Mercado.
O autoritarismo eh quando a população se manifesta e eh reprimida por isso. Exemplo a ditadura de 64."

"A esquerda se atualizou bastante, mas querem a mesma coisa só que por outros métodos. Eles não são mais leninistas mas doutrinam através da educação.''

''Marx não era a favor dos pobres, era sim a favor do operário. Marx não gostava do campesino, quem gostava do campesino era Mao. Pro Marx o cara que eh mendigo, bandido, prostituta, gays não valem nada, pois são improdutivos. A esquerda era totalmente homofóbica, ela mudou tem só uns 20 anos. Eles eram contra homossexuais também pois não geram filhos. Quando a esquerda vê que esta formula fracassa, eles invertem e ficam a favor também dessas pessoas não produtivas."

"A direita não tem lideres carismáticos pois são lideres administrativos. O oposto da esquerda, que tem lideres carismáticos mas não entendem nada de administrar"...RD

''Temos que diferenciar populismo de linguagem populista. O discurso populista eh um discurso que o povo entende. O populista faz com que as pessoas acreditem que ele eh o salvador da pátria."

''A ditadura no Brasil só aconteceu porque queriam implantar o comunismo no Brasil, com financiamentos e guerrilhas''

''Quando a gente fala que o PT e agregados querem o socialismo no Brasil e na America Latina, não estamos dizendo invenções e sim, fatos. Eh só você procurar no youtube que vai ver eles dizendo isso, não sou eu.''

''Na hora de votar eu fecho o nariz e voto como se estivesse tomando um remédio amargo''
''A esquerda confunde igualdade com justiça social. Igualdade eh quando todos ganham a mesma coisa independente do que fazem e de quanto produzem e de quanto se arriscam. 
Nao eh justo quando um cara vagabundo, traficante ou improdutivo ganhe o mesmo que você. Por isso defendo a liberdade e não a igualdade.''

''Sou a favor que o Estado cuide dos pobres para que eles não precisem mais do Estado.Eh diferente do Bolsa Família por exemplo.''

''O poder econômico do Estado deve usar este poder para fazer com que as pessoas nao dependam mais do Estado. O problema eh quando o Estado usa seu poder politico para distribuir seu poder econômico.''

''O Estado baba só vai existir enquanto existir pobres, por isso o governo continua querendo sempre ser um Estado baba, para que sempre exista pobres, já que te dará dinheiro em troca para te controlar''.

www.sensoincomum.org


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

LÓGICA MATEMÁTICA BRASILEIRA
Votar é seu direito, mas é obrigatório;
FGTS é seu direito, mas é obrigatório ficar retido pelo governo, rendendo menos que a inflação.
Ser representado por um sindicato é seu direito, mas a contribuição sindical é obrigatória pra sustentar sindicalistas.
70% dos empregos no Brasil são gerados por micro e pequenas empresas, mas empresário é explorador.
Político que voa de jatinho e se hospeda em hotel 5 estrelas com dinheiro pago através dos impostos das empresas é trabalhador. Empresário que rala pra pagar esses impostos é elite.
Num país com esta "lógica matemática", quem acaba sofrendo mesmo são os pobres, manipulados por políticos e seus discursos populistas. Caindo nessa conversa mole, o mais provável é que INFELIZMENTE permaneçam pobres pelo resto da vida.
Uma pena. Não precisava ser assim.

Publicador por Geraçao de Valor

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Por que o Brasil não se torna um País rico?

Huffpost Brasil

Desde sempre ouvimos falar que o Brasil é um País abençoado por Deus: recursos naturais abundantes, desde água e terra fértil, a minério ferro e petróleo; sem grandes desastres naturais, como terremotos, furacões ou Tsunamis e com um povo vibrante e empreendedor. Sendo assim, responder à pergunta acima se torna uma tarefa tão misteriosa quanto interessante.
Existem muitas razões. Alguns falam em corrupção, outros em falta de educação de qualidade, outros culpam a cultura tupiniquim.
Para alguns economistas, o câmbio não estaria num patamar "competitivo", para outros, haveria falta de recursos para certas áreas, como infraestrutura e, para muitos, o problema seriam as instituições, isto é, as regras, normas e leis do país. O Brasil teria uma legislação tributária que massacra as empresas, uma legislação trabalhista que fomenta conflitos e litígios e, ainda por cima, seria muito fechado ao comércio e à competição internacional. Tudo isso (e mais) levaria a uma baixa produtividade do trabalhador brasileiro.
Todas as questões acima são importantes e o debate é extremamente relevante. Porém, hoje irei me limitar a ilustrar a baixa produtividade brasileira.
Por que essa diferença na produção de bens e serviços por pessoa? A resposta está produtividade. Um trabalhador chileno, alemão ou americano consegue produzir muito mais durante o ano.
Então vamos à história: recentemente, me mudei para Washington-DC e, como alguém que chega num novo país, comecei a reparar nas diferenças entre o lugar que estou e o lugar de onde vim. Algumas dessas diferenças são, por exemplo, o fato de não haver frentistas nos postos de gasolina, cobradores nos ônibus ou vendedores de bilhetes no metrô. Todas as compras são feitas pelo próprio usuário junto a uma máquina.
Isso te leva à pergunta: "O que isso tem a ver com a questão da produtividade levantada pelo texto? "
Simples: todas as pessoas que utilizam um desses meios de transporte no Brasil acabam pagando mais caro para que esses empregos improdutivos ainda existam. Você paga mais caro na gasolina porque os postos têm que contratar milhares de frentistas, paga mais caro no ônibus porque as empresas têm que contratar milhares de cobradores e paga mais caro no metrô porque ele tem que contratar pessoas para vender bilhetes.
Outra pergunta que já deve estar na sua cabeça: "E os empregos? "
Essa pergunta é muito pertinente, visto que só de frentistas, há por volta de 500 mil postos de trabalho no país. Esses empregos ainda existem justamente porque há uma lei que proíbe o uso de máquinas para substituí-los.
Para respondê-la, peço que imagine o que aconteceria se o governo proibisse o uso de tratores e demais máquinas agrícolas nas plantações brasileiras. Como tratores fazem o trabalho de muitas pessoas, ao deixarem de usar essas máquinas, automaticamente milhares de vagas de emprego seriam criadas na agricultura brasileira. O problema é que os custos dos agricultores também subiriam e eles teriam de repassá-los para os preços dos alimentos, que também subiriam, o que tornaria toda a sociedade mais pobre. Assim, o importante não é apenas criar vagas de emprego, mas que tipo de vagas de emprego são criadas, se elas aumentam a produtividade geral da sociedade, ou não.
A diminuição do percentual de pessoas trabalhando na agricultura pelo uso de novas tecnologias e máquinas trouxe um aumento do percentual de trabalhadores trabalhando na indústria e nos serviços e um aumento na qualidade de vida do cidadão comum, com uma diminuição considerável no preço de diversos produtos desde alimentos a peças de roupas e itens tecnológicos.
O dinheiro que as pessoas economizariam por não terem mais de pagar por serviços desnecessários, faz com que seu poder de compra cresça, fazendo com que elas possam gastar em outros setores, com coisas que elas realmente precisam, gerando assim a necessidade de mais pessoas trabalhando nas áreas de maior demanda pela população.
Enquanto no Brasil se tenta criar emprego por meio de leis como a da obrigatoriedade de frentistas e se tenta criar riqueza por meio de leis como a CLT e o décimo terceiro, que obriga as empresas a dividirem o salário anual dos trabalhadores por 13, ao invés de 12; em Washington, com um salário mínimo de $11,50 por hora, apenas uma única hora de trabalho é o suficiente para se comprar 4 Big Macs no McDonald's e suprir as necessidades de calorias diárias. Isso mesmo, uma pessoa que recebe salário mínimo consegue suprir suas necessidades calóricas diárias com apenas uma hora de trabalho.
Uma sociedade sem frentistas, sem cobradores, sem vendedores de bilhetes de metrô e cheio de máquinas fazendo esses e muitos outros trabalhos antes realizados por homens e mulheres, também é uma sociedade em que pessoas têm acesso a carro, casa, ar condicionado, computador e smartphone, almoçam no McDonald's e tomam café no Starbucks, por mais que ainda possam ser consideradas pobres.
Algumas das principais barreiras que impedem o Brasil de se tornar rico são justamente leis e regulamentações criadas por nossos representantes em Brasília. O país é burocrático e precisa de grandes reformas, como a trabalhista, a tributária e a política. Essas reformas, no entanto, são necessárias, mas não suficientes para resolver nossos problemas. Há uma série de leis menores que garantem a ineficiência de nossas empresas e trabalhadores em relação ao cenário internacional. A maior dificuldade é que, infelizmente, muitas delas são apoiadas por parte considerável da população. Portanto, mudanças na legislação precisam ser precedidas por uma mudança no campo das ideias. Precisamos das ideias corretas para iluminar a escuridão. Mises estava certo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

POBRE PODE SER DE DIREITA?
por Luiz Felipe Ponde

Na realidade os pobres são mais de direita do que de esquerda, e  digo de direita, no sentido de acreditar que voce tem que correr atras do que sera seu e trabalhar. Enquanto que muitos filhinhos de papai de classe media e classe media alta sao de esquerda porque nao precisam ganhar dinheiro e morrem de vontade de ter nascido pobre porque acham que com isso o mundo seria mais justo. Vivem discutindo com o pai porque ele tem grana e vao se dedicar a fazer documentario sobre pobre a vida inteira. Entao na verdade todo pobre tem uma vocacao natural pra ser de direita nesse sentido, pois eh o sentido que importa, ou seja, ser liberal, acreditar no trabalho, acreditar que ele eh responsavel pela vida dele. Na verdade a grande maioria dos pobres sao de direita e a esquerda sempre foi um fetiche da burguesia. Quando voce eh pobre, nao existe tempo para estes fetiches da esquerda elitista.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

COMUNISMO DE ANTONIO GRAMSCI
      Ingenuamente, as pessoas entendem o comunismo como um sistema que se resume ao assalto da propriedade privada e dos meios de produção. No entanto, o comunismo é muito maior do que isso − ou mais simples e objetivo do que isso. Comunismo é apenas a busca pelo controle total da sociedade.
      O uso da violência foi descartado a partir da década de 1960 porque assustava as pessoas comuns. A planificação econômica foi verificada como desastrosa. Sobrou o que Gramsci descreveu: Infiltrar-se na imprensa, na educação, na igreja, na estrutura do governo e criar partidos que não se apresentassem comunistas, que não se apresentem revolucionários, que sejam tolerantes ao mercado, ao direito de propriedade e à liberdade de imprensa para primeiro conseguir um controle indireto sobre tudo isso e logo depois o controle completo. Estes partidos são o PT, o PMDB e o PSDB. Os três defendem o estado como organizador social e promovedor do desenvolvimento. Partidos como PSOL e Rede representam a segunda reforma do comunismo no Brasil.

sábado, 21 de maio de 2016

PENSAMENTO DE STEPHEN KANITZ

Blogueiros de Direita Acordem Por Favor !!!
Parem de noticiarem sobre idiotas como a Sonia Braga.
Parem de postarem que Lula foi internado com amnésia.
Parem de se indignarem com os atos idiotas da esquerda, eles jamais terão fim.
Vocês não percebem que ainda estão sendo "pautados" pela esquerda?
São eles que ainda comandam a discussão.
Parem de serem levados pelos acontecimentos do dia a dia.
Nós somos os verdadeiros progressistas, que queremos resolver o problema da pobreza via progresso e inclusão, em vez de distribuição e dependência.
Vocês é que deveriam estar liderando a pauta, a pauta do progresso, mas não o estão fazendo.
Vocês deveriam estar discutindo que um Brasil com nossos recursos naturais não tem problemas econômicos, somos sim um pais mal administrado.
Que não somos um pais corrupto, somos sim muito mal auditados.
Se é assim, por que vocês não entrevistam um Prof de Auditoria da Unicamp, em vez de postarem fotos da Patricia Toscano cagando na Paulista?
O PT já era, o Psdb também, portanto parem de odiar o PT e a esquerda.
A verdade é que ninguém realmente ainda sabe o que é ser de direita.
Devido em parte aos nossos grandes gurus de direita, que acham que ser de direita é ser anti esquerda.
Precisamos sim agradecer estes gurus de direita que tanto nos alertaram das mazelas de esquerda nestes 30 anos.
Obrigado Olavo de Carvalho, Rodolfo Constatino, o Brasil lhes deve muito por nos alertar dos perigos da esquerda.
Eu lia tudo que vocês escreveram, vocês venceram.
Mas precisamos transcender este discurso. Eles foram úteis sem dúvida.
Mas precisamos dar o próximo passo.
Discutir o que nunca foi discutido.
Os próximos 500 anos.
Por que não temos a figura do Contador Público Certificado?
Por que nossos Ministros não precisam ser formados para "ministrar" ou "administrar" bilhões de recursos?
Precisamos determinar as pautas a serem discutidas e não eles
Pensem nisto.