quinta-feira, 24 de novembro de 2016

FRASES INTERESSANTES 

- Socialista pedindo dinheiro na campanha: ....RD
"Preciso de dinheiro para transformar o mundo num lugar perfeito sem dinheiro."

As feministas de hoje querem os mesmos direitos mas não os mesmos deveres...RD

 Existem países que são chamados de capitalistas mas a população não tem amplo acesso ao capital e ao livre mercado. Apenas o Capitalismo não é o bastante para um país ser livre, mas é uma condição necessária para liberdade...RD
Nem todo país capitalista é livre mas todo país livre é capitalista! ....RD

- ''Numa sociedade de livre mercado, a publicidade protege as boas empresas e destrói as ruins''...RD

-No Brasil vivemos um capitalismo de Estado, ou seja, não é capitalismo puro. É uma forma de socialismo mais branda na qual o Estado controla diversos setores da economia
Aqui se aplica o mecanismo do socialismo onde o estado controla os meios de produção em diversos setores econômicos, através de empresas estatais que possuem o monopólio ( ex; Petrobrás, Eletrobrás, Correios etc). Quando não há monopólio estatal, há alta regulação do setor, com a utilização de agencias reguladoras que criam oligopólios (ANAC, ANVISA, ANATEL) reduzindo a liberdade econômica ao impor barreiras ao livre-mercado, barreiras a concorrência e favorecendo corporativismo.     Pagina Reflexões da Direita


Temos que lutar por menos impostos nas mãos de políticos e mais dinheiro na mão das pessoas. Liberdade é muito mais importante do que igualdade social. Veja o caso de Cuba e Venezuela. São todos iguais socialmente mas a liberdade é zero. Já nos casos da Nova Zelandia e da Austrália, existe desigualdade social, mas uma pessoa que está  pobre tem mais oportunidade de escolher estudar e crescer na vida. Alem disso, a pessoa que está pobre tem uma qualidade de vida incomparável aos países que dizem ter igualdade social....RD

''Socialistas dizem para parar de confundir socialismo com comunismo, eu digo para que eles parem de confundir o meu dinheiro com o deles"....RD

Pra ser livre da senzala ideológica dos Movimentos é preciso uma carta de alforria chamada conhecimento!...RD

- Lenin : Não tomem quarteis, tomem escolas ....RD


- Sobre o multiculturalismo: O que faz bem e o que te faz sentir bem? O que faz bem, é parar de ignorar o problema e entender que essa causa só traz dor e sofrimento. O que os faz sentir bem é dizer que a chave da paz é a diversidade. Só que só funciona quando ambos os lados pensam assim!

Modelo de maiô é objetificação da mulher, fazer clipe pelada é empoderamento!
Mulher pelada na Revista Playboy é objetificação da mulher, mulher acima do peso pelada na Revista Playboy é empoderamento!
Isso tem um nome, hipocrisia!... RD

- Não ter capital, não impede você de ser capitalista. Ser capitalista eh primeiro de tudo amar a liberdade e o poder de escolha!...RD

P. O “valor moral do individualismo” e a pessoa pobre ser de direita
R. Valor moral do individualismo é a ideia de que para ser alguém valoroso na sociedade é preciso ser um indivíduo respeitado em sua privacidade, em seu projeto de vida. Mas isso não significa a negação da solidariedade. Há uma cegueira da esquerda em compreender a alma e a cultura dessa nova classe trabalhadora que não é formada no sindicato e que hoje é a maior parte dos brasileiros pobres e remediados do país. A esquerda de forma geral não entendeu que o sonho dessa nova classe trabalhadora é, muitas vezes, ter uma empresa própria, ser um empreendedor. É um liberalismo popular. Há muitas semelhanças com a população dos EUA, por exemplo.

- Por que vemos ex-esquerdistas mas não vemos ex-direitistas? Por que cubanos fogem para Miami, mas não vemos americanos fugindo para Cuba? Por que na Alemanha tentavam pular o muro para o lado do capitalismo e não o contrario? Perguntas básicas como essas são o suficiente para deixar qualquer esquerdista sem resposta.

O preço do luxo a qualquer custo é a miséria a qualquer preço. CORRUPÇÃO MATA...RD

Socialismo: a ideia revolucionária de que colocar dinheiro nas mãos de políticos vai ajudar os pobres... RD

- Se tem alguém recebendo sem trabalhar, tem alguém trabalhando sem receber. Margaret Thatcher...RD

- Não existe monopólios ou oligopólios que consiga se sustentar sem alguma ajuda de algum Governo. Só o Livre Mercado consegue destruí-los...RD

- "Só existe roubo por causa da desigualdade social que há em nosso país''. Pelo raciocínio de criaturas ''intelectuais'' da esquerda, nos países Africanos  só existem criminosos. E no Senado, Congresso, e Camaras de Deputados do Brasil só existem pessoas honestas.

- Discurso contra a Direita: "Discurso politizado 
 Discurso contra a esquerda:" Discurso de odio

“Vocês preferem que os pobres sejam mais pobres para que os ricos sejam menos ricos".
Margaret Thatcher, em discurso no Parlamento Inglês ...RD

“Não ajudarás os pobres se arruinares os ricos. Não criarás prosperidade se desestimulares a poupança. Não fortalecerás os fracos, por enfraquecer os fortes. Não ajudarás o assalariado se arruinares aquele que paga. Não estimularás a fraternidade humana, se alimentares o ódio de classes”.  líder religioso William J. Boetcker ---RD

Estou concluindo que a mídia é uma grande zona sul carioca, que problematiza tudo, não apresenta soluções pra nada, advoga por libertinagem e faz apologia a todo tipo de crime.

Socialismo e Liberdade (Psol)
se equivale a:

 Putaria e Castidade

sábado, 19 de novembro de 2016

Video de Libertarianismo

Alimento: temos em grande quantidade

De acordo com os crentes na superpopulação, existem tantos de nos no planeta que a produção de alimentos possivelmente não pode nos manter. Entretanto, de acordo com a agencia da ONU para a ''Agricultura e Alimentação'' e ''Programa de Alimentação Mundial'', ha atualmente alimento suficiente no planeta para todo mundo estar bem alimentado.
Nao somente isso, mas nos estamos cultivando esse alimento sobre menos terra do que fazíamos no passado.
Por causa disso nos EUA, por exemplo, o governo pode pagar fazendeiros para nao cultivar alimentos e retornar sua terra para o estado natural.
A tecnologia moderna tambem nos permite cultivar alimentos em terras onde era impossivel alguns anos atras.
Especialistas em agricultura acreditam que se a Africa cultivasse alimentos utilizando os metodos mais modernos, poderia alimentar o mundo todo sozinha.
Entao por que pessoas em varias partes do mundo estao passando fome (interrogacao)
Pobreza, guerras, desastres naturais, baixa infra-estrutura.
As guerras atrapalham e destroem as safras. A pobreza impede que muitos nao tenham condicoes de comprar a comida, e a falta de infraestrutura significa que nao existe um caminho confiavel para transportar o alimento para areas que precisam dele.
Isso mostra que reduzir o numero de pessoas nao eh a solucao. 
Culpar a superpopulacao eh nos distrair dos problemas reais que temos atualmente.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Video de Libertarianismo
    
Como nós deveríamos lidar com a dívida do governo

     Países que gastam muito enfrentam opções e escolhas muito difíceis. Uma é a de realmente retornar ao caminho da virtude e colocar o gasto público sob controle, através da combinação, tipicamente, de corte de custos com aumento de impostos.
     Isso pode ser feito, mas irá geralmente tomar bastante tempo. Mas é certamente melhor do que as outras alternativas.
     As outras duas alternativas são, primeiro, o governo pode repudiar o seu débito.
De certa forma, essa é a maneira menos dolorosa, mas significa que, no futuro, ninguém vai emprestar dinheiro aquele governo, exceto a taxas de juros proibitivas.
E isso, por si só, não é bom, até porque aumenta as taxas de juros em geral naquela economia, o que tem todos os tipos de efeitos negativos nas atividades econômicas.
     A solução mais comum, infelizmente, é uma inflação provocada pelo governo e inflacionar o valor do débito através da desvalorização da moeda.
     Já existem sinais alarmantes de que a administração americana pensa em fazer isso. A longo prazo, também, finanças públicas totalmente disfuncionais estão associadas a governo e políticas disfuncionais. E, historicamente, eles têm frequentemente sido a maior causa de séria inquietação e revolta política, até revoluções, no caso da França, por exemplo.
     Aumentar os impostos para sair de uma crise é melhor do que a rota alternativa
de causar inflação, que é, nesse sentido, apenas outro tipo de imposto mesmo. Entretanto, é extremamente indesejável, simples e diretamente por duas razões.
     A primeira é que impostos inibem e distorcem a atividade econômica, como qualquer economista pode dizer a você. Então, como um alcance da elevação de impostos, você irá diminuir o crescimento econômico e a boa convivência humana.
A outra razão, a principal, é que um aumento nos impostos significa um aumento na proporção da receita que é alocada pelo processo político, ao invés da escolha pessoal ou individual. E isso é algo ruim para se fazer com a liberdade civil em terras independentes.
     Portanto, a melhor maneira de lidar com o tipo de crise fiscal que muitos países veem hoje, não só os Estados Unidos, é cortar gastos e reduzir o número de coisas que o governo faz.


 


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Cinco maneiras de se criar um monopólio

É muito difícil manter um monopólio se você opera em um ambiente econômico genuinamente livre, no qual não há barreiras regulatórias, burocráticas e tributárias erguidas pelo estado contra o surgimento de concorrentes.
O problema é que este arranjo em que o estado permite a existência de uma genuína livre concorrência — e que, consequentemente, é formado por empresas cobrando preços baixos e continuamente colocando novos produtos no mercado — infelizmente é algo do passado.
No mundo atual, políticos estão sempre prontos para oferecer a qualquer magnata ávido por controlar toda uma indústria a chance de brilhar.  Tarifas de importação, agências reguladoras criadas para cartelizar mercados e proteger empresas favoritas, leis especiais, códigos tributários indecifráveis e impossíveis de serem cumpridos pelos pequenos empresários, burocracias ininteligíveis, e subsídios aos reis — estas são as maneiras mais garantidas de se criar monopólios e de garantir que nenhum grande empresário jamais tenha de passar aperto concorrendo no livre mercado.
A seguir, uma pequena lista contendo as cinco maneiras mais eficazes de se estabelecer um monopólio.  Todas essas medidas são alegremente defendidas pelas grandes empresas.
1. Regulamentações
Quando o custo de se empreender é alto, aumente-o ainda mais, e com isso aniquile a concorrência dos pequenos.  Pequenas empresas não conseguirão sobreviver às regulamentações impostas pelo governo, ao passo que as grandes empresas certamente serão capazes de arcar com este fardo, ao menos temporariamente.  Impostos, decretos, leis especiais e principalmente regulamentações específicas irão dizimar qualquer sombra de concorrência antes mesmo que estes coitados tenham tempo de perguntar o real significado das novas e indecifráveis leis.  As grandes empresas irão contratar lobistas para ir ao Congresso, e estes certamente serão capazes de convencer os burocratas de que aquele setor da economia em que tais empresas operam deve estar sujeito a normas mais rígidas e estritas.  Ao contrário do senso comum, agências reguladoras e grandes empresas são sólidas aliadas.
2. Subsídios
Não existe almoço grátis.  Porém, quando o governo está pagando o almoço, ele de fato tem sabor de gratuidade.  Subsídios governamentais permitem que empresas adquiram um status monopolista ao mesmo tempo em que supostamente mantêm um enfoque no consumidor.  Utilizar dinheiro do governo para aumentar suas receitas de maneira arbitrária permitirá a você reduzir acentuadamente seus preços, e ainda assim manter a sua lucratividade.  Você poderá agora dar gratuitamente um item que até então custava $10 e, com a ajuda do subsídio de $1 milhão gentilmente concedido pelo governo, continuar operando normalmente.  Seus concorrentes, por outro lado, terão de se virar dentro da crua realidade do mercado.  Ainda que eles de alguma forma consigam reduzir seus preços para $1,00 a unidade, qual consumidor irá abrir mão de um produto que está sendo literalmente dado de graça? 
Uma variante desse arranjo ocorre quando o governo utiliza agências estatais de fomento para conceder empréstimos subsidiados às suas empresas favoritas.  As consequências são idênticas.  Para os amigos do rei, as delícias dos juros artificialmente baixos; para os reles mortais, a dureza do mercado.
O subsídio não necessariamente tem de durar para sempre.  Levará apenas algumas semanas para que seus concorrentes comecem a perder receitas e a dar o calote em suas dívidas pendentes.
3. Nacionalização
Este é o método favorito dos políticos e burocratas.  A maneira mais fácil e mais direta de se criar um monopólio é simplesmente transformar o monopólio em lei.  O controle federal sobre toda uma indústria representa uma efetiva proibição à concorrência do setor privado.  Pense nos Correios e — em vários países — no setor petrolífero.  Quem estiver à procura de um pavoroso exemplo prático de ineficiência, déficits perpétuos e total falta de consideração pela qualidade dos serviços, apenas olhe para um monopólio estatal. 
Ainda assim, a defesa da nacionalização é onipresente: basta você dizer que um determinado setor deve ser monopolizado "para o bem do povo" e, em seguida, fazer perorações a respeito do papel de suma importância desempenhado pelo Ministério da Educação ou por outras burocracias estatais que as pessoas consideram sagradas e intocáveis, e sua argumentação será prontamente aceita.
4. Tarifas de importação
Estrangeiros podem ser um aborrecimento.  Alguns são barulhentos, outros são esquisitos.  Mas os piores são aqueles que competem conosco no mercado.  Por que permitir que eles vendam para nós os seus produtos?  Por exemplo, empresas chinesas produzem determinadas mercadorias a preços muito baixos e ainda têm a petulância de pensar que podem exportar seus produtos baratos para o nosso país.  Quem em sã consciência iria querer ter acesso a produtos baratos?
Se um chinês quer vender um pano a $2, mas a nossa indústria nacional não aceita vender por menos de $5, então o certo é proibir os chineses de satisfazer nossos consumidores.  Eles não podem simplesmente agir como se entendessem o real funcionamento do mercado.  É perigoso.  O certo é impor a eles tarifas de importação elevadas e desestimulantes.  Melhor ainda seria propor uma proibição total à venda de produtos estrangeiros dentro de um estado e dentro de uma cidade, de modo a isolar aquela localidade do resto do mundo.  Ato contínuo, ninguém poderá comprar nada de nenhum outro fornecedor que não seja o grande industrial nacional.  Esse é o caminho para a riqueza.  Para a riqueza dele, é claro.
5. Propriedade intelectual
Se você teve uma boa ideia, por que permitir que uma outra pessoa qualquer tenha a mesma ideia?  Pegue a sua ideia, escreva-a num papel com as letras mais garrafais possíveis, e peça sua imediata patente.  Ato contínuo, burocratas irão garantir a você o direito exclusivo de utilizar essa ideia.  E nem precisa se preocupar caso outra pessoa tenha essa mesma ideia apenas um dia depois, azar o dela.  Você preencheu a papelada antes.  Mesmo que outra pessoa do outro lado do globo tenha a mesma ideia, azar o dela.  Você aquiesceu com a burocracia antes.  Explore seu monopólio com júbilo.  Coloque um alto preço no produto e não mais se preocupe com a qualidade.  Você agora é livre para ignorá-la.  Afinal, o que os consumidores irão fazer: comprar seu produto exclusivo em outro lugar?
 A todos aqueles que conseguiram se encaixar em uma das categorias acima, usufruam gostosamente seus privilégios.  Vocês merecem.
Por Blog Mises Brasil
Cinco maneiras de se criar um monopólio

É muito difícil manter um monopólio se você opera em um ambiente econômico genuinamente livre, no qual não há barreiras regulatórias, burocráticas e tributárias erguidas pelo estado contra o surgimento de concorrentes.
O problema é que este arranjo em que o estado permite a existência de uma genuína livre concorrência — e que, consequentemente, é formado por empresas cobrando preços baixos e continuamente colocando novos produtos no mercado — infelizmente é algo do passado.
No mundo atual, políticos estão sempre prontos para oferecer a qualquer magnata ávido por controlar toda uma indústria a chance de brilhar.  Tarifas de importação, agências reguladoras criadas para cartelizar mercados e proteger empresas favoritas, leis especiais, códigos tributários indecifráveis e impossíveis de serem cumpridos pelos pequenos empresários, burocracias ininteligíveis, e subsídios aos reis — estas são as maneiras mais garantidas de se criar monopólios e de garantir que nenhum grande empresário jamais tenha de passar aperto concorrendo no livre mercado.
A seguir, uma pequena lista contendo as cinco maneiras mais eficazes de se estabelecer um monopólio.  Todas essas medidas são alegremente defendidas pelas grandes empresas.
1. Regulamentações
Quando o custo de se empreender é alto, aumente-o ainda mais, e com isso aniquile a concorrência dos pequenos.  Pequenas empresas não conseguirão sobreviver às regulamentações impostas pelo governo, ao passo que as grandes empresas certamente serão capazes de arcar com este fardo, ao menos temporariamente.  Impostos, decretos, leis especiais e principalmente regulamentações específicas irão dizimar qualquer sombra de concorrência antes mesmo que estes coitados tenham tempo de perguntar o real significado das novas e indecifráveis leis.  As grandes empresas irão contratar lobistas para ir ao Congresso, e estes certamente serão capazes de convencer os burocratas de que aquele setor da economia em que tais empresas operam deve estar sujeito a normas mais rígidas e estritas.  Ao contrário do senso comum, agências reguladoras e grandes empresas são sólidas aliadas.
2. Subsídios
Não existe almoço grátis.  Porém, quando o governo está pagando o almoço, ele de fato tem sabor de gratuidade.  Subsídios governamentais permitem que empresas adquiram um status monopolista ao mesmo tempo em que supostamente mantêm um enfoque no consumidor.  Utilizar dinheiro do governo para aumentar suas receitas de maneira arbitrária permitirá a você reduzir acentuadamente seus preços, e ainda assim manter a sua lucratividade.  Você poderá agora dar gratuitamente um item que até então custava $10 e, com a ajuda do subsídio de $1 milhão gentilmente concedido pelo governo, continuar operando normalmente.  Seus concorrentes, por outro lado, terão de se virar dentro da crua realidade do mercado.  Ainda que eles de alguma forma consigam reduzir seus preços para $1,00 a unidade, qual consumidor irá abrir mão de um produto que está sendo literalmente dado de graça? 
Uma variante desse arranjo ocorre quando o governo utiliza agências estatais de fomento para conceder empréstimos subsidiados às suas empresas favoritas.  As consequências são idênticas.  Para os amigos do rei, as delícias dos juros artificialmente baixos; para os reles mortais, a dureza do mercado.
O subsídio não necessariamente tem de durar para sempre.  Levará apenas algumas semanas para que seus concorrentes comecem a perder receitas e a dar o calote em suas dívidas pendentes.
3. Nacionalização
Este é o método favorito dos políticos e burocratas.  A maneira mais fácil e mais direta de se criar um monopólio é simplesmente transformar o monopólio em lei.  O controle federal sobre toda uma indústria representa uma efetiva proibição à concorrência do setor privado.  Pense nos Correios e — em vários países — no setor petrolífero.  Quem estiver à procura de um pavoroso exemplo prático de ineficiência, déficits perpétuos e total falta de consideração pela qualidade dos serviços, apenas olhe para um monopólio estatal. 
Ainda assim, a defesa da nacionalização é onipresente: basta você dizer que um determinado setor deve ser monopolizado "para o bem do povo" e, em seguida, fazer perorações a respeito do papel de suma importância desempenhado pelo Ministério da Educação ou por outras burocracias estatais que as pessoas consideram sagradas e intocáveis, e sua argumentação será prontamente aceita.
4. Tarifas de importação
Estrangeiros podem ser um aborrecimento.  Alguns são barulhentos, outros são esquisitos.  Mas os piores são aqueles que competem conosco no mercado.  Por que permitir que eles vendam para nós os seus produtos?  Por exemplo, empresas chinesas produzem determinadas mercadorias a preços muito baixos e ainda têm a petulância de pensar que podem exportar seus produtos baratos para o nosso país.  Quem em sã consciência iria querer ter acesso a produtos baratos?
Se um chinês quer vender um pano a $2, mas a nossa indústria nacional não aceita vender por menos de $5, então o certo é proibir os chineses de satisfazer nossos consumidores.  Eles não podem simplesmente agir como se entendessem o real funcionamento do mercado.  É perigoso.  O certo é impor a eles tarifas de importação elevadas e desestimulantes.  Melhor ainda seria propor uma proibição total à venda de produtos estrangeiros dentro de um estado e dentro de uma cidade, de modo a isolar aquela localidade do resto do mundo.  Ato contínuo, ninguém poderá comprar nada de nenhum outro fornecedor que não seja o grande industrial nacional.  Esse é o caminho para a riqueza.  Para a riqueza dele, é claro.
5. Propriedade intelectual
Se você teve uma boa ideia, por que permitir que uma outra pessoa qualquer tenha a mesma ideia?  Pegue a sua ideia, escreva-a num papel com as letras mais garrafais possíveis, e peça sua imediata patente.  Ato contínuo, burocratas irão garantir a você o direito exclusivo de utilizar essa ideia.  E nem precisa se preocupar caso outra pessoa tenha essa mesma ideia apenas um dia depois, azar o dela.  Você preencheu a papelada antes.  Mesmo que outra pessoa do outro lado do globo tenha a mesma ideia, azar o dela.  Você aquiesceu com a burocracia antes.  Explore seu monopólio com júbilo.  Coloque um alto preço no produto e não mais se preocupe com a qualidade.  Você agora é livre para ignorá-la.  Afinal, o que os consumidores irão fazer: comprar seu produto exclusivo em outro lugar?
 A todos aqueles que conseguiram se encaixar em uma das categorias acima, usufruam gostosamente seus privilégios.  Vocês merecem.
Por Blog Mises Brasil
PRECISAMOS FALAR DE ''CAPITALISMO DE QUADRILHAS''

Há o capitalismo de estado e há o capitalismo de livre mercado. Um é o oposto do outro.
No capitalismo de estado - também chamado de “capitalismo de quadrilhas” ou “capitalismo mercantilista” -, políticos concedem a seus empresários favoritos -- que não gostam de concorrência -- uma ampla variedade de privilégios que seriam simplesmente inalcançáveis em um genuíno livre mercado. Em troca, recebem propinas e agrados.
Sob esse arranjo, o mercado é artificialmente moldado por uma relação de conluio criminoso entre políticos, burocratas, reguladores e as grandes empresas. Tem-se um capitalismo dirigido e deturpado por políticos em prol de seus empresários favoritos. E com o dinheiro do povo.
Por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), por meio de subsídios a empresas favoritas, por meio do protecionismo via obstrução de importações, e por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam, o governo acintosamente cria e protege monopólios, oligopólios, cartéis e reservas de mercado.
Esses são os privilégios legais, os quais também incluem até mesmo coisas mais paroquiais, como a obrigatoriedade do uso de extintores e do kit de primeiros socorros nos automóveis (o que traz altos lucros para as empresas que os fabricam e fornecem) e a obrigatoriedade do uso de canudinhos plastificados (devidamente fornecidos pela empresa lobbista) em bares e restaurantes.
Mas há também os privilégios ilegais. E estes vão desde fraudes em licitações a superfaturamento em prol de empreiteiras (cujas obras bilionárias são pagas com dinheiro público), passando por coisas mais simples como a concessão de bandeiras de postos de combustíveis para empresários que pagam propina a determinados políticos (bandeiras essas negadas para empresários honestos e menos poderosos).
Em troca desses privilégios anti-mercado, os empresários beneficiados lotam os cofres de políticos e reguladores com amplas doações de campanha e propinas.
Tudo isso só é possível porque há um estado grande que a tudo controla e tudo regula.
Um estado grande sempre acaba convertendo-se em um instrumento de redistribuição de riqueza: a riqueza é confiscada dos grupos sociais desorganizados (os pagadores de impostos) e direcionada para os grupos sociais organizados (lobbies, grupos de interesse e grandes empresários com conexões políticas).
A crescente concentração de poder nas mãos do estado faz com que este se converta em um instrumento muito apetitoso para todos aqueles que saibam como manuseá-lo para seu benefício privado.
Trata-se de um câncer que compromete e definha o genuíno capitalismo, o qual nada tem a ver com privilégios, proteções, subsídios e reservas de mercado, mas sim com competição, abertura e liberdade de empreendimento.
Temos hoje um capitalismo regulado em prol dos regulados e dos reguladores, e contra o povo. A exata antítese de um livre mercado.
Só há uma forma de acabar com isso

Texto de Instituto Mises Brasil