Video de Libertarianismo
Como nós deveríamos lidar com a dívida do governo
Países que gastam muito enfrentam opções e
escolhas muito difíceis. Uma é a de realmente retornar ao caminho da virtude e colocar
o gasto público sob controle, através da combinação, tipicamente, de corte de
custos com aumento de impostos.
Isso pode ser feito, mas irá geralmente tomar bastante tempo. Mas é certamente melhor do que as outras alternativas.
As outras duas alternativas são, primeiro, o governo pode repudiar o seu débito.
De certa forma, essa é a maneira menos dolorosa, mas significa que, no futuro, ninguém vai emprestar dinheiro aquele governo, exceto a taxas de juros proibitivas.
E isso, por si só, não é bom, até porque aumenta as taxas de juros em geral naquela economia, o que tem todos os tipos de efeitos negativos nas atividades econômicas.
A solução mais comum, infelizmente, é uma inflação provocada pelo governo e inflacionar o valor do débito através da desvalorização da moeda.
Já existem sinais alarmantes de que a administração americana pensa em fazer isso. A longo prazo, também, finanças públicas totalmente disfuncionais estão associadas a governo e políticas disfuncionais. E, historicamente, eles têm frequentemente sido a maior causa de séria inquietação e revolta política, até revoluções, no caso da França, por exemplo.
Aumentar os impostos para sair de uma crise é melhor do que a rota alternativa
de causar inflação, que é, nesse sentido, apenas outro tipo de imposto mesmo. Entretanto, é extremamente indesejável, simples e diretamente por duas razões.
A primeira é que impostos inibem e distorcem a atividade econômica, como qualquer economista pode dizer a você. Então, como um alcance da elevação de impostos, você irá diminuir o crescimento econômico e a boa convivência humana.
A outra razão, a principal, é que um aumento nos impostos significa um aumento na proporção da receita que é alocada pelo processo político, ao invés da escolha pessoal ou individual. E isso é algo ruim para se fazer com a liberdade civil em terras independentes.
Portanto, a melhor maneira de lidar com o tipo de crise fiscal que muitos países veem hoje, não só os Estados Unidos, é cortar gastos e reduzir o número de coisas que o governo faz.
Isso pode ser feito, mas irá geralmente tomar bastante tempo. Mas é certamente melhor do que as outras alternativas.
As outras duas alternativas são, primeiro, o governo pode repudiar o seu débito.
De certa forma, essa é a maneira menos dolorosa, mas significa que, no futuro, ninguém vai emprestar dinheiro aquele governo, exceto a taxas de juros proibitivas.
E isso, por si só, não é bom, até porque aumenta as taxas de juros em geral naquela economia, o que tem todos os tipos de efeitos negativos nas atividades econômicas.
A solução mais comum, infelizmente, é uma inflação provocada pelo governo e inflacionar o valor do débito através da desvalorização da moeda.
Já existem sinais alarmantes de que a administração americana pensa em fazer isso. A longo prazo, também, finanças públicas totalmente disfuncionais estão associadas a governo e políticas disfuncionais. E, historicamente, eles têm frequentemente sido a maior causa de séria inquietação e revolta política, até revoluções, no caso da França, por exemplo.
Aumentar os impostos para sair de uma crise é melhor do que a rota alternativa
de causar inflação, que é, nesse sentido, apenas outro tipo de imposto mesmo. Entretanto, é extremamente indesejável, simples e diretamente por duas razões.
A primeira é que impostos inibem e distorcem a atividade econômica, como qualquer economista pode dizer a você. Então, como um alcance da elevação de impostos, você irá diminuir o crescimento econômico e a boa convivência humana.
A outra razão, a principal, é que um aumento nos impostos significa um aumento na proporção da receita que é alocada pelo processo político, ao invés da escolha pessoal ou individual. E isso é algo ruim para se fazer com a liberdade civil em terras independentes.
Portanto, a melhor maneira de lidar com o tipo de crise fiscal que muitos países veem hoje, não só os Estados Unidos, é cortar gastos e reduzir o número de coisas que o governo faz.
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